China e Estados Unidos disparam no crescimento solar mundial.

China e Estados Unidos disparam no crescimento solar mundial.



Não é de hoje que a China se destaca por ser um dos países que mais produzem energia solar. No ano passado, a capacidade instalada em captação de energia solar fotovoltáica na China mais do que dobrou.

A China pretende instalar mais de 110 GW em capacidade de energia solar num período entre 2016 e 2020, segundo o plano de desenvolvimento solar traçado pela agência de energia.Os chineses também tem planos para impulsionar o país como maior produtor de energia solar do mundo em capacidade de uso de fontes não fósseis de geração de energia para 20% de sua matriz em 2030, além disso, a China planeja investir cerca de US$ 364 bilhões de dólares em geração de energia renovável até 2020.

Não é à toa que todos esses planos estão sendo traçados pela potência. A agência de energia chinesa anunciou que a Longyangxia Dam Solar Park, fazenda de energia solar que está sendo construída, localizada na província de Qinghai, será a maior fazenda solar do planeta. O parque consumiu cerca de $ 6 bilhões de yuans (R$ 2,690 bilhões) e está sendo levantado desde 2013. Com capacidade de produção de 850 MW, a fazenda de captação de energia solar poderá suprir a necessidade de energia de até 200 mil famílias.

O governo dos Estados Unidos dobrou seu apoio financeiro a projetos de energia solar no exterior no ano passado, sob a política de investimento sustentável redigida nos últimos dias do governo do ex-presidente Barack Obama, de acordo com uma análise da Reuters sobre documentos governamentais.

Mas com a entrada do atual presidente Donald Trump, que implantou altas taxa na importação de peças para fabricação de placas e acessórios para sistemas foto-voltaicos, os índices de instalação começaram a diminuir de forma significativa, afetando alguns fabricantes de nomes renomados no país.

Panda Power Plant

A estrutura será capaz de produzir 3,2 bilhões de quilowatts-hora de energia solar em 25 anos, eliminando milhões de toneladas de carvão que seriam inicialmente usadas para produzir eletricidade e reduzindo as emissões de dióxido de carbono em 2,74 milhões de toneladas.


Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *